Sentimento quando não cabe
no coração,
transborda pelos olhos.
Inconfidência (in-con-fi-dên-cia) s. f. - Falta de fé ou de fidelidade para com alguém, especialmente para com o Estado ou o soberano; - Infidelidade, revelação do segredo confiado Subversivo (sub-ver-si-vo) adj. - Próprio para subverter, para solapar o estado de coisas estabelecido: propósitos subversivos. "Ah, Minas Gerais: de onde vem essa rua permanente, clandestina, diária, camuflada, subversiva inconfidência"? (Poema "Por que sonhas, Minas" de Roberto Drummond)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Conto de Fadas
E foram felizes para sempre.
E logo veio a segunda-feira, e com ela
vieram as palavras guardadas e não ditas.
Vieram as rugas, os quilos.
O que era adorável se tornou
insuportável.
Não vieram mais flores, nem
carinhos, nem tampouco
mensagens românticas.
Veio o marasmo, a rotina, o tédio.
Ela não era mais princesa
e tampouco ele um príncipe encantado.
E o fogo diminuía,
até que a chama, pequena e escondida
no coração se extinguisse.
E o que era para sempre,
se tornou nunca mais.
E logo veio a segunda-feira, e com ela
vieram as palavras guardadas e não ditas.
Vieram as rugas, os quilos.
O que era adorável se tornou
insuportável.
Não vieram mais flores, nem
carinhos, nem tampouco
mensagens românticas.
Veio o marasmo, a rotina, o tédio.
Ela não era mais princesa
e tampouco ele um príncipe encantado.
E o fogo diminuía,
até que a chama, pequena e escondida
no coração se extinguisse.
E o que era para sempre,
se tornou nunca mais.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Reminiscências
Fresta da janela,
luz que invade o escuro
e rasga o vazio.
Véu de noiva do sol.
Riso de criança na
manhã de natal.
O primeiro choro do
bebê aos ouvidos da mãe
de primeira viagem.
Terra molhada no jardim,
cheiro de infância.
Canções que nos fazem
lembrar de alguém.
Coisas simples que revelam
o amor.
Que revelam você.
luz que invade o escuro
e rasga o vazio.
Véu de noiva do sol.
Riso de criança na
manhã de natal.
O primeiro choro do
bebê aos ouvidos da mãe
de primeira viagem.
Terra molhada no jardim,
cheiro de infância.
Canções que nos fazem
lembrar de alguém.
Coisas simples que revelam
o amor.
Que revelam você.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Lembra-se?
Lembra-se dos sonhos e dos
planos que faziamos de mãos
dadas sob a luz da lua?
Lembra-se dos momentos em
que tudo parecia perfeito
e acreditavamos no futuro?
Lembra-se?
Agora levanta-te, dê-me
a mão. Vamos construir o
nosso porvir.
A felicidade não espera os
que vivem de lembranças...
planos que faziamos de mãos
dadas sob a luz da lua?
Lembra-se dos momentos em
que tudo parecia perfeito
e acreditavamos no futuro?
Lembra-se?
Agora levanta-te, dê-me
a mão. Vamos construir o
nosso porvir.
A felicidade não espera os
que vivem de lembranças...
Não me resignarei!
Não me resignarei!
seja meu grito
cotidiano.
Não me acomodarei
com a injustiça do
mundo nem com a
cobiça dos homens.
Prefiro me indignar,
me revoltar!
E quando a luta não
for possível, que eu
possa falar, gritar
a plenos pulmões:
Não me resignarei!
seja meu grito
cotidiano.
Não me acomodarei
com a injustiça do
mundo nem com a
cobiça dos homens.
Prefiro me indignar,
me revoltar!
E quando a luta não
for possível, que eu
possa falar, gritar
a plenos pulmões:
Não me resignarei!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Por que se fecham os olhos?
Se fecham os olhos quando não se
quer ver a maldade.
Se fecham antes do impacto, antes
da dor, antes da morte.
Fecham-se tanto para matar a saudade
quanto para se lembrar de um tempo
bom que não volta mais.
Se fecham os olhos, porque quando
nossos lábios se tocam, nada mais
importa.
quer ver a maldade.
Se fecham antes do impacto, antes
da dor, antes da morte.
Fecham-se tanto para matar a saudade
quanto para se lembrar de um tempo
bom que não volta mais.
Se fecham os olhos, porque quando
nossos lábios se tocam, nada mais
importa.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Entre os muros
Já nos mandaram o FastFood.
Nos mandaram a calça jeans.
Enviaram também seu cinema
fantasioso e explosivo.
Não nos deixaram sem a Coca
e muito menos a coca.
Já temos nosso próprio avião
nuclear, submarino nuclear
(só se perdeu a família nuclear).
E agora temos nossa própria
Columbine.
Dedicado a todos os professores e alunos que vivem cotidianamente uma guerra invisivel entre os muros da escola e em especial aos pais, familiares, professores
e alunos do Realengo, Rio de Janeiro.
Nos mandaram a calça jeans.
Enviaram também seu cinema
fantasioso e explosivo.
Não nos deixaram sem a Coca
e muito menos a coca.
Já temos nosso próprio avião
nuclear, submarino nuclear
(só se perdeu a família nuclear).
E agora temos nossa própria
Columbine.
Dedicado a todos os professores e alunos que vivem cotidianamente uma guerra invisivel entre os muros da escola e em especial aos pais, familiares, professores
e alunos do Realengo, Rio de Janeiro.
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